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domingo, 22 de agosto de 2010

Bruna Davet de Carvalho XD



Ah, cara, que coisa difícil isso, me descrever /mimi
Não sou nada sem meus amigos, odeio gente que acha que é melhor do que tudo e todos, admiro pessoas sinceras, e amo minha família, pois são o meu porto-seguro (:
Sou muito querida e simpática com quem eu quero, não sou perfeita, cometo erros e muitos, e ás vezes com palavras acabo machucando quem eu amo, mas sem a intenção :x

                                                                                                 Por Bruna

Laysa Boeing, o prazer é todo seu.

Uma aspirante a pseudoescritora que já viveu tantas primaveras... 14 (risos) e que canta mal pra caramba, mas canta. Canta e muitas vezes se faz música, deixa-se ser cantada. Cantada sem gênero...
Uma menina que erra muito tentando acertar. Que chora por tudo e ri de tudo (naturalmente, uma adolescente nata). E... que tem um cachorro de sobrenome: Rage Rachid Boeing. :O
Amar também é algo muito presente para alguém que viveu apenas (aproximadamente) 175 meses. Ama-se os pais, família, amigos, AMIGOS, ídolos... Ama-se o cachorro já citado, ama-se dias de sol, cheiro de grama cortada, sorrisos... sim! Os sorrisos (eu os amo), porém, tem uma única coisa que ama-se nessa idade mais que tudo: chocolate! Que graça tem ser adolescente sem gostar de chocolate, uma ajuda não mútua, concordo. A gente come, tem aqueles poucos segundos de prazer e depois, ora, quilos a mais, espinhas horrendas. Mas, não dá nada, existe academia e tudo quanto é tipo de remédio e pomada para acne (tudo resolvido).
Ah! Cansei de narrar em terceira pessoa. Isso enjoa... Bom, vamos lá! Chega de espinhas, é nojento. Que tal livros? Música? Namorado? Ahn? Eu disse namorado? Ora! Efeito Luana/Bruna caindo sobre mim (tenso). Estudo! óbvio. E tenho mania de tentar explicar o que nem eu consigo entender. A paixão é uma delas...
Sou mnemônica, preciso de explicação. Preciso entender e é por isso que tento explicar...
Um pontinhozinho de cientista paira sobre mim, admito. Não é anormal, só um tanto fora do comum. Comum? Ah, o comum só existe pra quem é louco... Esses dias vieram me dizer que nascer é comum. Deu-me vontade de perguntar se essa pessoa aí sabia o que era comum? Tá! Pelo dicionário sim, nascer é comum. Não sou ninguém pra contradizê-lo (o dicionário), mas eu o contradigo sim. Tenho a melhor das clarezas que a partir do momento em que o óvulo é fecundado, nada mais é comum. Pode ser nojento, mas não comum, NUNCA! Pense: um embrião criando pernas e braços, perecendo uma lagartixa sem rabo. Depois cabeça. Detalhe: crescendo dentro de uma barriga. Daí mais um tempo formam-se dedos, olhos, orelhas, boca e o órgão genital.. ah! isso é demais pra minha cabeça. E, pra finalizar: sai pelo lugar mais... Sai de dentro da mulher. Eu não acho isso comum. Nenhum pouco... Eu acho que a vida não é nada comum. Não a minha.
Mas... aff, como estou falando de coisas nojentas hoje. :/
Mmmm... Eu já ia esquecendo: eu não disse do que odeio. D:
Odeio tantas coisas... que graça há em gostar de tudo? Eu odeio quase tudo (nossa! assim pareço uma ranzinza. Isso foi exagero, oquei?). Odeio chuva. Sei que moro no lugar errado. Não gosto de gente falsa. Continuo sabendo que moro no lugar errado. E odeio gente fedida, orgulhosa, ignorante e preguiçosa. Não tenho nenhum total conhecimento da existência de gente desse tipo na minha adorada cidadezinha, Garuva. (Sim, eu precisava me redimir depois das barbáries que falei... Aqui nem chove tanto e nem tem tanta gente falsa – bom se assim fosse –).
Caraca, nunca pensei que fosse tão bom assim falar de alguém e esse alguém sendo eu!
Beijos estalados, :*

                                                                                     Por Laysa