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quinta-feira, 9 de setembro de 2010

Luana Caroline Dalprá, the most boring ._.

Como vocês podem perceber no título, meu nome é Luana! A Laysa me disse pra vir aqui escrever algo sobre mim, afinal, o blog também é meu. Só que isso me deixou um pouco preocupada, porque eu não sou muito boa na escrita, muito menos pra me descrever... Vou tentar fazer o melhor possível, mas se eu não conseguir, espero que a Laysa não me bata na escola :/

Tá legal, vou começar!

Sou a mais vaidosa das 3 (creio eu). Fico irritada facilmente (principalmente com a Laysa, rs), porém, quando estou de bem, sou cheia de carinho pra dar.

Odeio quem fica colocando músicas dentro do ônibus pra todo mundo ouvir. Isso REALMENTE e deixa P da vida! Ah, sem falar que já enjoei de músicas que eu AMAVA, por causa dessa palhaçada de música dentro do ônibus.

Bom, além de tudo isso, tenho uma certa queda por livros (tá legal, eu amo livros *-*)! A maior parte do meu tempo livre, fico lendo. Aliás, essa semana acabei de ler o último livro da série Crepúsculo, Amanhecer. Aposto que a maioria de vocês, leitores, já leram ou simplesmente ouviram falar.

Também amo assistir filmes e ir ao cinema. Tá certo que isso acontece raramente, mas eu amo mesmo assim.

Aaaah, quase me esqueci de uma parte fundamental de meu ser: sou um saco sem fundo! Sim, um saco sem fundo. A Bruna e a Laysa vivem dizendo que eu sou magra de ruim, e que eu como feito um dragão. Tá ai, essa pode ser considerada uma ‘’característica’’ marcante em mim.

Bom, acho que é isso! Talvez outro dia eu apague e faça outra descrição, porque agora eu estou morrendo de preguiçaaaa (MENTIRA, vou estar com preguiça sempre, hehe).

Beijos 1000 ;*:

                                                      
                                                              Por Luana

quinta-feira, 2 de setembro de 2010

O que a gente faz quando tem uma Ásia inteira para ser descoberta para terceira aula da manhã seguinte e está sem ânimo nenhum? :(

                                                                   Por Laysa

quarta-feira, 1 de setembro de 2010

E?

...como isso é um diário, sinto-me no direito de...
Não tô bem. Não hoje. Amanhã? É! Pode ser.
Poderia-se dizer que estou na TPM...
Ora, mas não me dou a esse tipo de capricho...
A culpada, como sempre, é minha língua, que insiste em ficar fora da boca. Que insiste em fazer tudo errado e me deixar desse jeito. Só ela, ELA, faz o que não deve e quando não deve. IMPRESSIONANTE!
Não me martirizo por isso. Mas me machuca, muito.
A vida é tão bela, é o que dizem... nem tudo o que dizem é verdade, certo?
Lengalenga de adolescente? Hipótese aceitável... Mas continuo querendo ser muda. E, melhor ainda transparente. Transparente no sentido de invisível, mesmo.
As coisas, sem dúvidas, seriam melhores para todos nós. Sei que todos eram querendo acertar. Mas errar sempre? Ah, aí tem coisa errada, se tem!
QUERO UM BURACO BEM FUNDO E ESCURO NO MEIO DO MATO GROSSO... eu me enterro. Pronto!

                                                                                               Por Laysa

domingo, 22 de agosto de 2010

Bruna Davet de Carvalho XD



Ah, cara, que coisa difícil isso, me descrever /mimi
Não sou nada sem meus amigos, odeio gente que acha que é melhor do que tudo e todos, admiro pessoas sinceras, e amo minha família, pois são o meu porto-seguro (:
Sou muito querida e simpática com quem eu quero, não sou perfeita, cometo erros e muitos, e ás vezes com palavras acabo machucando quem eu amo, mas sem a intenção :x

                                                                                                 Por Bruna

Laysa Boeing, o prazer é todo seu.

Uma aspirante a pseudoescritora que já viveu tantas primaveras... 14 (risos) e que canta mal pra caramba, mas canta. Canta e muitas vezes se faz música, deixa-se ser cantada. Cantada sem gênero...
Uma menina que erra muito tentando acertar. Que chora por tudo e ri de tudo (naturalmente, uma adolescente nata). E... que tem um cachorro de sobrenome: Rage Rachid Boeing. :O
Amar também é algo muito presente para alguém que viveu apenas (aproximadamente) 175 meses. Ama-se os pais, família, amigos, AMIGOS, ídolos... Ama-se o cachorro já citado, ama-se dias de sol, cheiro de grama cortada, sorrisos... sim! Os sorrisos (eu os amo), porém, tem uma única coisa que ama-se nessa idade mais que tudo: chocolate! Que graça tem ser adolescente sem gostar de chocolate, uma ajuda não mútua, concordo. A gente come, tem aqueles poucos segundos de prazer e depois, ora, quilos a mais, espinhas horrendas. Mas, não dá nada, existe academia e tudo quanto é tipo de remédio e pomada para acne (tudo resolvido).
Ah! Cansei de narrar em terceira pessoa. Isso enjoa... Bom, vamos lá! Chega de espinhas, é nojento. Que tal livros? Música? Namorado? Ahn? Eu disse namorado? Ora! Efeito Luana/Bruna caindo sobre mim (tenso). Estudo! óbvio. E tenho mania de tentar explicar o que nem eu consigo entender. A paixão é uma delas...
Sou mnemônica, preciso de explicação. Preciso entender e é por isso que tento explicar...
Um pontinhozinho de cientista paira sobre mim, admito. Não é anormal, só um tanto fora do comum. Comum? Ah, o comum só existe pra quem é louco... Esses dias vieram me dizer que nascer é comum. Deu-me vontade de perguntar se essa pessoa aí sabia o que era comum? Tá! Pelo dicionário sim, nascer é comum. Não sou ninguém pra contradizê-lo (o dicionário), mas eu o contradigo sim. Tenho a melhor das clarezas que a partir do momento em que o óvulo é fecundado, nada mais é comum. Pode ser nojento, mas não comum, NUNCA! Pense: um embrião criando pernas e braços, perecendo uma lagartixa sem rabo. Depois cabeça. Detalhe: crescendo dentro de uma barriga. Daí mais um tempo formam-se dedos, olhos, orelhas, boca e o órgão genital.. ah! isso é demais pra minha cabeça. E, pra finalizar: sai pelo lugar mais... Sai de dentro da mulher. Eu não acho isso comum. Nenhum pouco... Eu acho que a vida não é nada comum. Não a minha.
Mas... aff, como estou falando de coisas nojentas hoje. :/
Mmmm... Eu já ia esquecendo: eu não disse do que odeio. D:
Odeio tantas coisas... que graça há em gostar de tudo? Eu odeio quase tudo (nossa! assim pareço uma ranzinza. Isso foi exagero, oquei?). Odeio chuva. Sei que moro no lugar errado. Não gosto de gente falsa. Continuo sabendo que moro no lugar errado. E odeio gente fedida, orgulhosa, ignorante e preguiçosa. Não tenho nenhum total conhecimento da existência de gente desse tipo na minha adorada cidadezinha, Garuva. (Sim, eu precisava me redimir depois das barbáries que falei... Aqui nem chove tanto e nem tem tanta gente falsa – bom se assim fosse –).
Caraca, nunca pensei que fosse tão bom assim falar de alguém e esse alguém sendo eu!
Beijos estalados, :*

                                                                                     Por Laysa